Medo de recusa no embarque
O documento errado, uma vacina fora do prazo ou uma caixa ou bolsa de transporte fora do padrão podem barrar o pet no balcão — depois de tudo já pago.
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Não é só emitir um CVI. É fazer cada exigência na ordem e no prazo certos para que o seu pet possa embarcar e entrar no país de destino.
Levar um pet para outro país não é um formulário. É uma sequência de exigências que precisam acontecer na ordem certa, dentro de prazos que não se recuperam — e estes são os pontos que mais preocupam quem chega até nós.
O documento errado, uma vacina fora do prazo ou uma caixa ou bolsa de transporte fora do padrão podem barrar o pet no balcão — depois de tudo já pago.
Cada site diz uma coisa, cada grupo diz outra, e as regras mudam. Sem a fonte oficial do país de destino, não dá para ter certeza.
Certificado, exames, formulários, traduções: são etapas encadeadas, e uma fora de ordem invalida as anteriores.
Alguns países exigem carência de meses entre um exame e o embarque. Descobrir isso tarde adia a viagem inteira.
Peso, tipo de caixa ou bolsa, quantidade de pets por voo e rota permitida mudam de companhia para companhia.
Mais do que chegar, você quer que ele chegue bem: sem estresse desnecessário, sem espera longa, sem improviso.
Não entregamos uma lista de exigências para você resolver sozinho. Conduzimos o processo inteiro:
O mesmo método em todos os casos, ajustado ao destino, à companhia aérea e ao perfil do seu pet.
Entendemos o pet, a família, o destino e a data pretendida. Nenhuma orientação sai antes disso.
Consultamos as exigências oficiais do país e montamos o cronograma com prazos, exames e documentos.
Executamos a parte veterinária, a documentação e a preparação do pet e da caixa ou bolsa de transporte.
Estamos no check-in, no embarque e disponíveis até a confirmação de que ele chegou bem.
Quando contratado, seguimos com você por até 30 dias após o desembarque, já no país de destino.
Os prazos abaixo são uma referência geral. Cada país tem o seu, e é por isso que o cronograma real só existe depois da análise do seu caso.
É quando a viagem realmente começa. Levantamos as exigências oficiais do destino, verificamos se há período de espera ou quarentena na chegada e montamos o cronograma reverso. Quanto antes soubermos o destino, mais barato e mais tranquilo fica o processo.
Microchip no padrão ISO implantado e, só depois dele, a vacinação antirrábica — nessa ordem, sem exceção: vacina aplicada antes do microchip não é aceita. É também aqui que começa a adaptação do pet à caixa ou à bolsa de transporte.
Coleta das sorologias e dos exames exigidos, em laboratório habilitado. Vários destinos aplicam um período de carência entre a sorologia e o embarque — é esse prazo que define a data mais cedo possível da viagem. A adaptação à caixa ou bolsa deve estar em andamento, no máximo, a partir daqui.
Conferência de documentos, formulários do país de destino, traduções quando exigidas e definição final da rota e da modalidade de embarque. O lugar do pet no voo é reservado — ele é limitado por aeronave.
Consulta veterinária e emissão do atestado de saúde, que tem validade curta. Em seguida, a emissão do CVI no formato exigido por aquele destino, dentro da janela de prazo que ele aceita.
Acompanhamos o check-in, a conferência dos documentos e a entrega do pet. Você recebe atualização em cada etapa até a confirmação da chegada.
Quando contratado, o acompanhamento remoto continua no destino: orientação sobre as exigências que passam a valer por lá e sobre os documentos que precisam ser providenciados, indicação de veterinários credenciados e apoio na adaptação do pet e da família.
Viagem em cima da hora? Vale conversar mesmo assim. Em vários casos existe um caminho possível — e quando não existe, é melhor saber agora do que descobrir no balcão do check-in.
Quando contratado, o acompanhamento continua no destino por até 30 dias: orientamos sobre as exigências que passam a valer naquele país e sobre os documentos que precisam ser providenciados por lá, indicamos veterinários credenciados e apoiamos a família na adaptação do pet à nova rotina.
Chegar é metade do caminho. A outra metade é se estabelecer bem.
Analisar a viagem do meu petA maior parte do mercado enxerga documento. Nós enxergamos o pet que vai dentro da caixa ou da bolsa e a família que espera do outro lado.
Quem avalia a saúde do seu pet é médica veterinária. Quem conhece as regras das companhias aéreas e do aeroporto está na mesma equipe. E quem monta o cronograma sabe o que acontece quando um prazo escapa. É essa combinação que evita a recusa no embarque — não a sorte.
Conheça quem cuida do seu petO CVI é o Certificado Veterinário Internacional: o documento que autoriza a saída do pet do Brasil e comprova, para o país de destino, que ele cumpre as exigências sanitárias de lá. Ele parte de um atestado de saúde emitido por médico veterinário.
Hoje existem três caminhos possíveis, e qual deles vale depende exclusivamente do destino final: o CVI emitido de forma online, o CVI presencial no MAPA/VIGIAGRO e a chancela presencial no MAPA/VIGIAGRO. A chancela não é obrigatória para todos os destinos — é uma das opções, e nem sempre a aplicável ao seu caso.
Identificamos qual formato o seu destino exige antes de qualquer coisa, e conduzimos o trâmite até o documento em mãos.
Depende do destino — e cada vez mais países passam a exigir isso. Alguns já só aceitam o certificado quando emitido por médico veterinário credenciado; outros ainda não fazem essa exigência, mas podem passar a fazer.
Nossos médicos veterinários são credenciados mesmo para os destinos em que a obrigatoriedade ainda não existe. É uma escolha nossa: quando a regra mudar no meio do seu processo, ela não vai te pegar de surpresa.
Quanto antes, melhor — e isso não é força de expressão. Como referência, microchip e vacinas ficam entre 4 e 5 meses antes do embarque, e as sorologias por volta dos 3 meses. Para destinos com carência longa ou quarentena na chegada, o ideal passa de 6 meses.
Se a sua viagem é logo, ainda assim vale conversar: muitas vezes existe um caminho possível, e é melhor descobrir isso agora do que na véspera.
Depende do peso do conjunto pet + caixa (ou bolsa), das regras da companhia aérea escolhida, da rota e das exigências do país de destino. Algumas companhias e alguns destinos não aceitam pets em cabine em determinados trechos.
Na análise do caso avaliamos as três modalidades — cabine, bagagem despachada e carga viva — e indicamos a que for mais segura e adequada para o seu pet, não apenas a mais barata.
Depende exclusivamente do país de destino. A maioria dos destinos não exige quarentena quando toda a documentação e os prazos são cumpridos corretamente — e é justamente por isso que o planejamento antecipado importa tanto. Alguns países mantêm períodos obrigatórios de isolamento independentemente da documentação.
Confirmamos essa informação na fonte oficial do destino antes de qualquer orientação.
Buldogues, pugs, boxers, persas e outras raças de focinho curto têm maior risco respiratório em viagens aéreas, e várias companhias restringem ou proíbem o transporte delas — algumas apenas no porão, outras em qualquer modalidade.
Nesses casos a avaliação veterinária vem antes de tudo. Se o embarque não for seguro para aquele pet, vamos dizer isso com clareza e buscar alternativas, mesmo que isso signifique adiar a viagem.
Trabalhamos com duas frentes que se completam. A assessoria veterinária cuida do que o pet precisa para viajar e do que o tutor precisa fazer. A assessoria aeroportuária cuida da passagem, da rota e da logística da viagem.
Na parte aeroportuária existem dois caminhos: montamos a rota e indicamos a melhor companhia aérea para você comprar por conta própria, ou cuidamos da emissão diretamente com a gente. Você escolhe até onde a gente vai.
Não precisa terminar. Quando contratado, seguimos com a família por até 30 dias após o desembarque internacional: orientamos sobre as exigências que passam a valer naquele país e sobre os documentos que precisam ser providenciados por lá, indicamos veterinários credenciados e acompanhamos a adaptação do pet e da família à nova rotina.
Chegar é metade do caminho. A outra metade é se estabelecer bem.
Acontece, e faz parte do nosso trabalho acompanhar. Revisamos as exigências ao longo do processo e reorganizamos o cronograma se algo mudar, avisando você antes que vire um problema.
Sim. O escritório fica em Campinas, mas atendemos famílias de todo o Brasil — e também famílias que já moram fora e precisam de ajuda para viajar com seus pets a partir de outro país.
Contamos com uma rede de veterinários e clínicas parceiras em vários estados para a parte presencial, e o restante do processo é conduzido à distância, com acompanhamento próximo em cada etapa.
Não encontrou a sua dúvida? Cada viagem tem um detalhe que não cabe numa lista. Conte o seu caso e respondemos com base no destino real do seu pet.
Conte o país de destino e a data pretendida. Levantamos as exigências oficiais daquele país e montamos o cronograma de trás para frente, a partir do dia do embarque.
Analisar a viagem do meu pet